04/07/2013
Atualizada: 04/07/2013 00:00:00

Em entrevista coletiva, o chanceler disse que deve conversar sobre o caso com o presidente equatoriano, Rafael Correa, e afirmou que dará novos detalhes sobre o caso amanhã.
Naquele momento, disse o chanceler, a descoberta não foi divulgada para evitar que o caso atrapalhasse os motivos de sua visita à capital britânica e porque o governo quis obter mais informações sobre a origem do aparelho. Ele foi colocado no escritório da então embaixadora, Ana Albán.
"Vamos pedir explicações imediatamente" às pessoas suspeitas de estarem vinculadas com a origem da colocação do equipamento, reiterou.
Em sua opinião, a descoberta é outra confirmação da ausência cada vez maior de ética nas relações atuais entre governos. "Existem infiltrados por todos os lados", declarou Patiño.
Patiño lembrou que as denúncias de espionagem dos EUA envolvem países como França e Alemanha, "que têm equipes de inteligência e de segurança muitíssimo mais avançadas, desenvolvidas e experientes que o Equador, mas, no entanto, foram alvos de espionagem".
Por isso, insistiu que o governo terá que aumentar a segurança de suas comunicações "porque, claro, tudo o que falamos entre nós está aparecendo publicamente", disse.
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