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31/10/2013
Atualizada: 31/10/2013 00:00:00


  

O associado da Adufal, professor Agnaldo José dos Santos, diretor geral do Campus do Sertão/Ufal, fez o lançamento do livro “Células Solares Fotoeletroquímicas: separação e recombinação de cargas”, nesta quarta-feira (30), na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, no Centro Cultural e de Exposições, no Jaraguá.

Com 104 páginas no formato A4 e editado pela Edufal, o livro foi produzido com a colaboração do seu orientador de mestrado e doutorado, professor Madras Viswanathan Gandhi Mohan, titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); do professor José Carlos Cressoni, aposentado pelo Instituto de Física da Ufal e da coordenadora do Laboratório de Nanotecnologia e Energia Solar (LNES) do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professora Ana Flávia Nogueira.

Destinado ao público em geral e a pesquisadores afins, que tenham interesse em estudos de energias renováveis, o livro aborda conhecimentos da área de Física, Química e Nanotecnologia e apresenta o resultado do mestrado e da tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Física da Matéria Condensada, da Ufal, em que o professor Agnaldo Santos pesquisou sobre a produção de energia elétrica de baixo custo, com utilização da luz solar.

Os métodos experimentais usados no desenvolvimento das células fotoeletroquímicas examinadas no livro são de conhecimento do estado da técnica realizada no LNES do Instituto de Química da Unicampi, centro mais avançado do país na pesquisa experimental desse tipo de célula.

O tema tem sido amplamente estudado em diferentes grupos de pesquisa, onde se procura compreender os fenômenos da geração de fotocorrente com células solares fotoeletroquímicas de nanopartículas de TiO2 - fórmula química do dióxido de titânio, também conhecido como óxido de titânio ou titânia, encontrado na natureza.

 A pesquisa apresenta grande perspectiva para o desenvolvimento de células solares de baixo custo/benefício. “O TiO2 é um semicondutor de baixo custo quando comparado ao silício de grau solar, atualmente utilizado na fabricação de células solares para geração de energia elétrica”, destacou o professor.

Segundo ele, a energia produzida a partir do silício grau solar já existe no mercado em escala comercial, sendo utilizada em semáforos que de maneira alguma podem parar de funcionar e em telefones de locais afastados da rede elétrica, por exemplo. Já a energia fotovoltaica do TiO2 tem sido apresentada em feiras e congressos de tecnologia, mas ainda não existe em escala comercial.

 

Assessoria de Comunicação da Adufal

Lucia Rocha M T E  679

Tel. 82 3241 1880

Fonte: Ascom da Adufal

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