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13/05/2014
Atualizada: 13/05/2014 00:00:00


 Data: 12/05/2014

                                            

 

A Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) vive uma grande crise política, à qual a reitoria e o governo do estado não parecem saber responder. Os professores da universidade têm péssimos salários e condições de trabalho, e a grande maioria dos estudantes não consegue manter os estudos pela falta de assistência estudantil. Não por acaso, a greve dos professores da Uenf completa hoje (12) dois meses, e os estudantes ocuparam a reitoria da instituição.

 Os estudantes da Uenf reivindicam a aprovação do auxílio-moradia pela reitoria da instituição, e afirmam que só desocuparão a administração da universidade quando isso ocorrer. Hoje os estudantes recebem apenas 300 reais mensais, quantia insuficiente para pagar pela moradia e outras necessidades básicas.

Raul Palacio, diretor da Associação dos Docentes da Uenf (Aduenf-SSind), afirma que a mobilização, que já é a maior greve da história da universidade, tem uma avaliação positiva ainda que não tenha tido suas pautas contempladas em negociação. “Estamos lutando para deixar de ter um dos piores salário inicial entre os professores do país, para nos igualarmos ao salário da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)”, disse Palacio.O diretor da Aduenf também ressaltou que há uma unidade prática entre docentes e estudantes em luta da universidade. As duas categorias estão organizando atividades conjuntamente, e os estudantes participam das reuniões do Comando de Greve dos professores. Ambas as categorias também estão indo juntas ao Rio de Janeiro para pressionar o governo e os deputados estaduais.

 

*Com informações de Aduenf-SSind

Fonte: Andes SN

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