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16/01/2015
Atualizada: 16/01/2015 00:00:00


Data: 16/01/2015
 
Trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj estão em greve há seis dias para reivindicar o pagamento dos salários atrasados, inclusive do 13º, e dos acordos indenizatórios para os cerca de 500 funcionários demitidos que ainda não tiveram seus direitos cumpridos.

Na quinta-feira (15), os manifestantes fecharam o acesso ao Complexo, para cobrar posicionamento da Alumini Engenharia S/A — prestadora de serviço da Petrobrás - que não tem honrado seus compromissos com os mais de três mil trabalhadores. A polícia reprimiu o ato com truculência, disparando balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.

“Enquanto não resolver essa situação, ninguém entra no Comperj”, diz um dos manifestantes que não quis ser identificado, por temer represálias. “Passamos o final de ano no sufoco. Dizem que o dinheiro da Alumini está sob a guarda da justiça, mas não podemos ser responsabilizados por isso. Nosso plano de saúde e o plano dentário estão bloqueados”, revela.

 Na quarta-feira (14), ocorreu uma audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ) em Niterói, quando a empresa deveria ter apresentado uma proposta aos trabalhadores. No entanto, os representantes da Alumini Engenharia não compareceram. O MPT-RJ divulgou que irá ajuizar duas ações civis públicas na Justiça Trabalhista do estado contra a empresa Alumini, para garantir o direito dos empregados e ex-empregados que trabalharam na construção do Comperj.

Com informações da Aduff-SSind e da Agência Brasil

 

 

 

 
Fonte: Andes SN

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