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20/01/2015
Atualizada: 20/01/2015 00:00:00


 

Data: 19/01/2015

 

A Universidade Estadual do Piauí (Uespi) enfrenta uma grave crise, que se expressou mais recentemente na notícia de que dois de seus campi (Campo Maior e Bom Jesus, ambos no interior do estado) não aceitarão novas matrículas em 2015 devido à falta de professores. Não obstante, a Uespi convive ainda com atrasos de cinco meses em bolsas estudantis, com telefones cortados por falta de pagamento e por atrasos no pagamento dos trabalhadores terceirizados.

Daniel Solon, presidente da Associação dos Docentes da Uespi (Adcesp – Seção Sindical do Andes-SN), afirma que os docentes da Uespi estão se articulando com técnico-administrativos em educação e estudantes para exigir do governo estadual um aumento orçamentário que possibilite a autonomia financeira da universidade. “Queremos rearticular o movimento SOS Uespi para cobrar do governo uma agenda de negociação que nos possibilite chegar à autonomia financeira”, afirma o professor.

Solon afirma que quase 45% dos docentes da Uespi são substitutos, e que é urgente a contratação de professores efetivos para a universidade. “Nos dois campi que não terão novas matrículas esse ano, nem mesmo o contrato dos professores substitutos foram renovados”, ressalta o presidente da Adcesp-SSind. O docente ainda denuncia que a Uespi, além de ter um orçamento considerado baixo, não tem recebido a totalidade dos repasses. “Em 2014 a universidade recebeu apenas 75% do orçamento aprovado. Temos que ir à luta para mudar essa situação”, conclui Solon.

 

*Imagem de Meio Norte

 

 


 
Fonte: Andes SN

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