26/02/2015
Atualizada: 26/02/2015 00:00:00

Trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) ligados à prestadora de serviços da Petrobras Alumini Engenharia (antiga Alusa), que estão sem receber seus salários e benefícios há três meses, acampavam em Brasília (DF) desde a segunda-feira (23), em busca de uma resposta do Governo Federal para sua situação.
Os trabalhadores saíram então em caravana para Brasília, a fim de pressionar o governo e sua estatal. Com a forte mobilização dos trabalhadores, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, aceitou recebe-los em seu gabinete nesta quarta-feira (25) e se comprometeu em intermediar as negociações entre a Alumini, a Petrobras e os trabalhadores.
A Alumini havia sido condenada a pagar R$ 14 milhões em dívidas trabalhistas pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ). A justiça também havia determinado que caso a terceirizada não arcasse com a dívida, a Petrobras assumiria a responsabilidade. Como ambas recorreram da sentença, os trabalhadores seguem com suas carteiras de trabalho retidas e sem seus salários e direitos trabalhistas garantidos.
Na terça-feira (24), esses trabalhadores fizeram uma saudação ao 34° Congresso do Andes-SN, que acontece no Distrito Federal, e emocionaram os participantes com o relato das lutas e mobilizações que vêm encabeçando diante das dificuldades financeiras que enfrentam.
Uma reunião está marcada para o dia 9 de março no Rio de Janeiro, e Manoel Dias estará presente para mediar o caso.
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