17/04/2015
Atualizada: 17/04/2015 00:00:00
Os professores da educação básica de São Paulo, em greve há 32 dias, ocuparam na quarta-feira (15) o plenário Juscelino Kubitschek da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) com intenção de pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a abrir negociação de forma imediata com a categoria. A ação ocorreu após a audiência pública dos professores que discutiu a greve e as reivindicações dos professores.
Entre as principais demandas estão o reajuste de 75%, que visa equiparar o piso salarial dos professores com o de outras categorias com formação superior; melhores condições de contratação de professores temporários, com garantia de direitos; e fim da superlotação das salas de aula, com limite máximo de 25 alunos por sala.
A última assembleia estadual dos professores de São Paulo, realizada no dia 10 de abril, deliberou pela continuidade da greve diante da postura do governo em não avançar na abertura de negociação com a categoria. No mesmo dia, o conjunto dos trabalhadores da rede básica da capital paulista seguiu, em passeata, até o Palácio dos Bandeirantes, onde realizaram um ato em defesa da Escola Pública e pela valorização do Magistério.
Nessa sexta-feira (17), uma nova assembleia da categoria está marcada para decidir sobre a continuidade do movimento paredista. O encontro será realizado em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo).
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Foto: SPressoSP