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11/06/2015
Atualizada: 11/06/2015 00:00:00


 

Data: 10/06/2015



Teve início nesta quarta-feira (10) a greve por tempo indeterminado de docentes, técnico-administrativos e estudantes da Universidade Estadual do Amapá. No dia 2 de junho, as categorias se reuniram em assembleia geral e decidiram pela deflagração do movimento, diante da ausência de proposta do governo estadual para atender a pauta unificada das categorias.  

Segundo Danielle Dias da Costa, diretora provisória do Sindicato dos Docentes da Ueap e membro do Comando de Greve, os representantes da comunidade acadêmica teriam reunião com o governo para receber uma resposta à pauta unificada apresentada em março, mas não houve qualquer resposta, e a reunião foi reagendada para o dia 18. Diante da quebra de acordo do governo em dar retorno às reivindicações e falta de prioridade dada pelo executivo federal à situação da Ueap, docentes, técnicos e estudantes viram na greve o último recurso para pressionar pela abertura de negociação.

De acordo com Danielle, as categorias lutam por melhores condições de trabalho, para assegurar o repasse de recursos financeiros para reformas dos campi e para um novo projeto de campus universitário definitivo que seja discutido e aprovado junto á comunidade acadêmica, por reajuste salarial de 16,16%, além da aprovação do plano de cargo, carreira e salário (PCCR) dos técnico-administrativos. “A nossa pauta é unificada. Reivindicamos a melhoria da infraestrutura da universidade. Um dos campi tem problemas estruturais graves e precisa de urgente reforma e ampliação. Além disso, os técnicos estão sem plano de carreira, pois o projeto foi engavetado pelo governo”, conta, ressaltando que a falta do PCCR faz com que os técnicos estejam com os salários defasados em relação a demais servidores em mesmas funções administrativas de outros órgãos do governo.

Mobilização
Segundo a representante do Sindueap SSind., a deflagração da greve aconteceu nesta quarta (10), com uma série de atividades no Campus 1 da Ueap. “Hoje pela manhã tivemos as definição das atividades essenciais que irão ser mantidas, no atendimento à população. Depois, realizamos oficina de cartazes e iremos finalizar o dia com apresentação artística”, detalha. 

Amanhã as atividades de mobilização da greve unificada continuam, pela manhã com “aulão” em frente ao Palácio do Governo e a tarde mesa redonda para debater e destacar os principais pontos da pauta de reivindicações.


Com informações do Sindueap SSind.


 
Fonte: Andes SN

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