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11/06/2015
Atualizada: 11/06/2015 00:00:00


 

Assembleia propôs que reestruturação da carreira docente seja prioridade na negociação com o governo

Em greve há duas semanas, os professores da Ufal reunidos em assembleia na tarde desta quarta-feira (10), no auditório do Centro de Interesse Comunitário (CIC), no Campus A. C. Simões socializaram informes sobre os encaminhamentos nacionais e sobre as atividades realizadas pelo Comando Local de Greve (CLG), na capital e nos campi do interior do Estado; elegeram um delegado para participar do Comando Nacional de Greve (CNG), em Brasília e definiram uma agenda com as atividades do CLG entre os dias 11 e 19.

Eleito, o professor Salomão Nunes Santiago, do Centro de Educação (Cedu), viaja a Brasília já no domingo (14), onde ficará nos próximos quinze dias, participando das reuniões do CNG. Lá, ele vai apresentar encaminhamentos da assembleia como a recomendação de que durante as negociações com o governo, o Andes-SN priorize a reestruturação da Carreira Docente.

 

Também foram propostas pela assembleia a articulação de um ato nacional unificado com entidades sociais e sindicais contra os cortes de verbas na educação e solicitar às Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) o envio de informações sobre os cortes no orçamento que estão ocorrendo, indicando os setores e áreas mais afetados e as situações decorrentes de tal corte, a fim de elaborar um levantamento nacional.

 

Outro encaminhamento é que as Ifes em greve solicitem aos conselhos universitários a suspensão do calendário acadêmico. Na Ufal, o Conselho Universitário (Consuni) suspendeu as atividades acadêmicas durante o período de greve. O assunto foi incluído na pauta do dia, por solicitação do CLG/Adufal que, em ofício ao Consuni, expôs sobre a necessidade de se suspender as atividades para que a um só tempo fossem assegurados o direito dos docentes à greve – como manda a Constituição Federal - e o direito dos alunos à reposição das aulas, após o término do movimento.

 

Mapa da Greve – Até quarta-feira (10), 41% das seções sindicais ligadas ao Andes-Sn haviam deflagrado greve; 20% estão em mobilização, com rodadas de discussões sobre indicativo de greve; 9% apresentam tensões em suas bases quanto à definição de greve;16% são contra a greve. Não há informações sobre o posicionamento de 14% delas.

 

Assessoria de Imprensa

 

Jornalista responsável: Lucia Rocha M T E  679

 

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Fonte: Ascom Adufal

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