20/07/2015
Atualizada: 20/07/2015 00:00:00
O Comando Local de Greve (CLG) da Adufal protocolou na Reitoria, no dia 15, ofício em que solicita agendamento de reunião com o reitor professor Eurico Lôbo e o pró-reitor de Gestão Institucional (Proginst), professor Pedro Valentim, para discutir a situação financeira da Ufal, frente aos cortes no orçamento da universidade efetuados pelo governo federal.
Os docentes querem que a administração central da instituição torne pública esta situação, informando junto à categoria docente onde e em quais setores serão efetuados os cortes na Ufal, assim como outras instituições federais de ensino (IFE) já fizeram, a exemplo da Universidade Federal da Bahia (Ufba), A categoria visa a um posicionamento do reitor, no sentido de cobrar do Ministério da Educação que volte atrás nos cortes.
Os professores querem saber, por exemplo, o montante dos cortes orçamentários em verbas de custeio e de capital e as áreas afetadas; a especificação e o montante de despesas com serviços terceirizados, indicando a redução ou suspensão de pagamento, se for o caso e os critérios institucionais que vêm sendo utilizados para a realização dos cortes orçamentários.
“A comunidade acadêmica quer transparência. Entendemos que o reitor não deve esconder a realidade que vive a Ufal, informando à população a situação de precarização da instituição que administra e que será, com certeza, aprofundada pelos cortes no orçamento”, disse o diretor de Política Sindical da Adufal, professor Antônio Passos.
Assessoria de Imprensa da Adufal
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