08/01/2016
Atualizada: 08/01/2016 00:00:00
Um grupo de trabalhadores da educação, ex-militantes União Geral dos Estudantes da Tunísia (UGET), está em greve de fome desde 17 de dezembro de 2015. Os trabalhadores, que também ocupam a sede da UGET, reivindicam o fim da perseguição política aos participantes da “Revolução de Jasmim”, que depôs o ex-ditador Ben Ali, no final de 2010. O governo tunisiano criou uma espécie de “lista” utilizada, até hoje, para reprimir sindicatos e impedir que militantes concursados assumam cargos na educação pública.
As reivindicações da greve de fome são: a extinção das “listas persecutórias”, o fim da repressão política contra os sindicatos e a abertura dos cargos no serviço público aos concursados aprovados. A Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas (RSISL), da qual a CSP-Conlutas faz parte, expressou sua solidariedade aos militantes por meio de nota pública.
Com informações de CSP-Conlutas e imagem de Viento Sur
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