18/03/2016
Atualizada: 18/03/2016 00:00:00
Foi realizada na manhã da última quinta-feira (17), mais uma reunião ampliada da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal), no Auditório do Centro de Interesse Comunitário (CIC). A pauta programada para este dia foi discutida com os professores presentes.
A reunião teve início com a presidenta da Adufal, Ana Vergne, passando alguns informes para os presentes, como o Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), realizado em Curitiba. Foram destacados os assuntos abordados e as propostas discutidas a cerca da Educação Pública.
Em seguida, a professora Irailde Oliveira, falou sobre os grupos educacionais, onde diversos temas foram abordados, como a proibição de discutir política nas salas de aula.
Além destes temas, o aumento no valor do Geap foi abordado pelo professor Ricardo Coelho, bem como a mudança das rubricas de Ações Judiciais.
Ação dos 13,23%
O advogado da Adufal, Marcelo Daneu, esteve presente para esclarecer alguns fatores em relação da ação dos 13,23%. E mais uma vez recomendou que professores e professoras não entrem com ações individuais, devido ao risco da perda do processo e de uma condenação de honorários e custas em valores elevados. “Devemos realizar uma ação conjunta para beneficiar todos os associados. Há vários exemplos de professores que entram de forma individual e acabam perdendo a ação e não há como voltar atrás para entrar junto com a ação coletiva”, explicou Daneu. Confira o parecer jurídico.
Em defesa da democracia
Além destas questões, o momento atual vivido pelo país foi discutido. Diversos professores falaram sobre a importância de agir contra o atentado que está se instaurando contra a democracia do país. Além da discussão, os professores decidiram se unir ao movimento em pró da democracia, que aconteceu nesta sexta-feira (18), em Maceió.
Uma carta foi criada pelos professores, retratando a defesa da democracia:
“Neste cenário de crise internacional agravada em seus aspectos econômicos, políticos, sociais e humanitários – com milhares de refugiados da guerra pelo petróleo no Oriente Médio - o capital financeiro internacional pressiona cada vez mais, aumentando o processo de expropriação; refletindo sobre o Brasil, que sofre seus efeitos.”