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10/08/2016
Atualizada: 10/08/2016 00:00:00


Diretores da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) participaram da reunião com os Grupos de Trabalhos ligados ao sindicato nacional (Andes) e o setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes). O encontro nesta última sexta-feira (05), em Brasília e debateu as mudanças na carreira dos(as) docentes e a política de ajuste fiscal do governo interino.

Para o Jorge Brito, diretor da Adufal, o espaço serviu para entender os resultados da influência do capital privado nas universidades públicas. “Debatemos o papel da universidade pública, sua relação com o financiamento das empresas privadas, que causa expectativa de possível privatização; tende a interferir na autonomia das pesquisas e construir grupos isolados que poderão centralizar pesquisas e inibir os grupos menores de crescerem ou até mesmo existirem”, comentou.

Na ocasião, entre os encaminhamentos, deliberou-se como prioridade: a intensificação das mobilizações contra o PLP 257/16 e a PEC 242/1; paralisação nacional em setembro, com rodada de assembleia dos setores; organizar calendário de paralisações; promover debates sobre a Lei 13325/16 e sobre os impactos dos cortes nas IFES. Articular a organização do Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação Publica (11 de agosto) e o Ato Nacional em Defesa do emprego e contra a retirada dos direitos (16 de agosto).

A reunião aconteceu Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), com Grupos de Trabalho de Carreira (GTC), de Política Educacional (GTPE), de Ciência e Tecnologia (GTCT), além do Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do Sindicato Nacional. Cerca de noventa docentes, de todo o país, participaram da reunião. Representanto os docentes da Ufal estavam Jorge Brito e Jorge Eduardo, diretores da Adufal.  


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