31/03/2017
Atualizada: 31/03/2017 00:00:00
Maceió rememorou o dia 31 de março –Dia do Golpe Militar de 1964 – com manifestação pública no Centro da cidade. A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) marchou junto aos milhares de militantes, da Praça Deodoro até com prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), onde aconteceu um ato de simbólico, com um ‘abraçaço‘ coletivo ao prédio.
A ordem do dia continua sendo Fora Temer, Nenhum Direito a Menos e Diretas Já. A classe trabalhadora está cada vez mais organizada em uma unidade contra o golpe e contra as retiradas de direitos promovidas pelo governo Ilegítimo de Michel Temer (PMDB) e setores reacionários do legislativo.
Carlos Müller, diretor de Política Sindical da Adufal destaca que o momento político exige cada vez mais uma ofensiva popular, anti fascista e em defesa da soberania nacional. “A conjuntura política é muito dinâmica, ao modo estamos sofrendo diversos ataques, podemos construir condições favoráveis que avancem nas conquistas sociais. Mas, para isso, precisamos cada vez mais de unidade, e é o que estamos construindo. Nós da Adufal estamos cotidianamente na luta, e hoje provamos que a nossa tática é acertada e estamos aglutinando cada vez mais atores sociais, rumo às conquistas de direitos”, enfatizou o diretor.
O ato foi finalizado com os manifestantes de mãos dadas cercando o prédio do TRT, em uma ciranda. O gesto simbólico - no órgão que representa as leis as trabalhistas – mostra a que os Alagoanos querem construir resistência aos ataques ultraliberais e querem defender os direitos sociais e trabalhsitas e do patrimônio público.