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06/09/2017
Atualizada: 06/09/2017 00:00:00

Foto: Divulgação

No dia 7 de setembro comemora-se a independência política do Brasil. É nesta data que também será realizado o 23º Grito dos Excluídos em todo o país. A edição deste ano terá como lema “Por Direitos e Democracia, a Luta é todo dia” e tema “Vida em primeiro lugar”, com o intuito de chamar a atenção da sociedade para a urgência da organização e a luta popular frente à conjuntura em que o país vive. Em Maceió, o Grito terá como ponto de concentração a Praça Sinimbu, no Centro, às 9h.  

A proposta também visa anunciar a esperança de um mundo melhor, construindo ações a fim de fortalecer e mobilizar a classe trabalhadora nas lutas populares. Como já diz o próprio nome, o Grito vem também denunciar a estrutura opressiva e excludente da sociedade que nega a vida e quer impedir os excluídos de sonhar.


A proposta surgiu no Brasil no ano de 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”. Em 1999 o Grito rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

Lançamento do Plano Popular de Emergência

Já na quinta-feira (08), às 15h30, haverá o lançamento do Plano Popular de Emergência, produzido pela Frente Brasil Popular. O Plano será apresentado por João Pedro stédile, da direção nacional do MST. O evento acontecerá durante a 18º Feira da Reforma Agrária, organizada pelo MST, na Praça da Faculdade, no bairro do Prado.

O Plano tem o objetivo de apontar saídas populares e emergenciais no campo da política e da econômica para retirar o Brasil da crise, após o processo austeridade do governo golpista, retirando os direitos do povo.

Leia o documento na íntegra AQUI

Fonte: Ascom Adufal

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