10/11/2017
Atualizada: 10/11/2017 00:00:00
Centrais sindicais e movimentos populares realizaram um ato unificado nesta sexta-feira (10), em vários estados do país contra a reforma trabalhista do governo golpista de Michel Temer, que entra em vigor neste sábado (11). Em Maceió, a ação se concentrou na Praça Sinimbu e os/as trabalhadores/as seguiram em caminhada até à Praça dos Martírios. De acordo com os organizadores, mais de 5 mil pessoas participaram da manifestação.
A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) aderiu a paralisação e teve participação do ato público, no Centro da cidade. Ainda a longo da semana, os/as docentes também realizaram mobilizações na Universidade, convocando a comunidade acadêmica a se envolver na resistência e reforçar a unidade contra as ‘barbaridades’ do governo Temer.
A reforma trabalhista altera leis que garantem os direitos dos trabalhadores nas relações com patrões, como por exemplo, a prevalência do negociado sobre o legislado. Isso significa que patrões e empregados poderão assinar acordos coletivos que ignorem o que está escrito na CLT, a Consolidação das Leis do Trabalho.
Além deste ponto, outras 13 especificidades nos contratos de trabalho estão ameaçadas, entre elas, a divisão das férias em até três períodos, a participação nos lucros da empresa e o intervalo de trabalho mínimo de 30 minutos.
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