29/07/2020
Atualizada: 29/07/2020 18:35:47
Em alusão ao Julho das Pretas, agenda comum do movimento de mulheres negras para julho, a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) promove, nesta sexta-feira (31), uma live com o tema "Julho das Pretas: como nos vemos hoje?", a partir das 16h, no canal no YouTube “Adufal TV”.
Clique aqui para acessar o link de transmissão e ativar o lembrete.
A atividade online conta com a importante participação das professoras Maria Aparecida Batista, Marli de Araújo Santos, e mediação da psicóloga Vanda Menezes. Na ocasião, as convidadas se propõem a dialogar sobre a representatividade e visibilidade das demandas das mulheres negras atualmente, entre outros desdobramentos do tema principal.
Convidadas
Maria Aparecida Batista é Mestra em História pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), coordenadora do Núcleo Temático Mulher & Cidadania (NTMC/Ufal), integrante da Rede de Mulheres Negras de Alagoas, ex-Presidenta da Adufal e uma das pioneiras no estudo de gênero e raça em Alagoas.
Marli de Araújo Santos é professora do curso de Serviço Social da Ufal na Unidade de Palmeira dos Índios, Mestre em Serviço Social pela Ufal e Doutora em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase em Gênero, atuando principalmente nos seguintes temas: educação em direitos humanos, relações de gênero, relações étnico raciais, violência doméstica contra mulheres e feminismos.
Vanda Menezes é psicóloga da Rede de Mulheres Negras de Alagoas e da Coalizão Negras por Direitos, líder negra e feminista, consultora especializada em relações étnico/raciais e de gênero, onde desenvolve capacitações em várias temáticas, e foi a primeira Secretária da Mulher do Brasil.
Julho das Pretas
O Julho das Pretas é uma agenda comum e propositiva do movimento de mulheres negras para julho, visto que este é o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-americana e Afro-Caribenha, criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana.
A data foi definida, então, como o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. No Brasil, apenas 22 anos depois do I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em 2014, a data foi instituída pela Lei Federal 12.987/2014 e estabelecida como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.