01/04/2013
Atualizada: 01/04/2013 00:00:00
O Andes-SN publicou, na última terça-feira (26), uma nota manifestando repúdio à desocupação da Aldeia Maracanã, realizada no dia 22 de março pela Polícia Militar do Rio de Janeiro de forma repressora e truculenta. “Era aparato militar da ‘coroa’ – fuzis, bombas, cassetetes, blindados de último tipo (caveirão), e helicópteros, contra crianças, jovens e cidadão armados apenas de seus direitos históricos, e quando muito de parcos arcos e flechas”, denuncia a nota.
O Sindicato, que esteve presente na manifestação contra a desocupação da Aldeia Maracanã e atuou politicamente em solidariedade aos indígenas do local, também se posiciona contra a privatização do Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro e seu entorno, o que inclui a Aldeia Maracanã, e contra as demais privatizações promovidas pelo poder público no Rio de Janeiro.
“A destruição patrimonial pública posta, não se restringe a Aldeia Maracanã (casarão do antigo Museu do Índio, que funcionou no local de 1910 até 1978), mas também se estende a Escola Municipal Friedenreich; o Parque aquático Júlio Delamare; o Estádio de atletismo Célio de Barros”, diz a nota.
Confira a nota na íntegra
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