13/05/2013
Atualizada: 13/05/2013 00:00:00
O julgamento do fazendeiro Adriano Chafik, marcado para o dia 15 deste mês, em Belo Horizonte, será acompanhado por integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. Chafik vai a júri pela acusação de comandar ataque ao acampamento Terra Prometida, no município de Felisburgo, em Minas Gerais, em 20 de novembro de 2004. Foram assassinados cinco trabalhadores rurais e outras 20 pessoas ficaram feridas, inclusive crianças.
Felipe Russo Maciel, dirigente do MST, assim como outros participantes, afirmou que as ações de reforma agrária no estado estão sendo barradas pelo Judiciário. Segundo ele, a Justiça está atrelada ao “latifúndio e ao coronelismo”. O dirigente acusou o juiz Octávio Almeida Neves, da Vara de Conflitos Agrários, de favorecer reintegrações de posse até de áreas desapropriadas em função de crime ambiental. Depois, pediu a intervenção do Senado e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Queremos a Justiça que faça justiça”, apelou.Fotos: José Cruz - Agência Senado
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