06/06/2013
Atualizada: 06/06/2013 00:00:00

A CE considerou essa crítica “totalmente errada e sem fundamento”, argumentando que sempre teve a preocupação de impulsionar reformas estruturais voltadas para o crescimento econômico e a criação de empregos nos países socorridos. O’Connor acrescentou que a Comissão Europeia e seus parceiros enfrentaram na Grécia uma situação “sem precedentes”. Além disso, ele frisou que, como o relatório do FMI aponta, o programa de auesteridade foi bem-sucedido em manter a Grécia na zona do euro. Outras conquistas identificadas pelo texto são as reformas trabalhista e de saúde.
O porta-voz reconhece, no entanto, que há lições que podem ser tiradas da experiência com a Grécia e disse que a CE espera elaborar sua própria avaliação sobre os programas de ajustamento, em data indeterminada.
O governo grego, por sua vez, ressaltou que havia advertido o FMI sobre os erros. “Havíamos falado sobre isso”, afirmou o ministro das Finanças, Yannis Stournaras. A federação empresarial Iove, que ele dirigia à época do primeiro programa contra a crise, denunciou rapidamente os riscos de asfixia econômica do país devido a uma maior austeridade. Entretanto, ele acrescentou que “é muito positivo aprender com nossos erros”.
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