Siga nosso canal

26/05/2021
Atualizada: 26/05/2021 18:02:36


Entidades sindicais, movimentos sociais, partidos políticos e a sociedade em geral do Brasil inteiro estarão unidos neste sábado, 29 de maio, para dizer “basta!” à política genocida e neoliberal do governo de Jair Bolsonaro. Em Maceió, a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal) marcará presença na manifestação a ser realizada às 9h, com concentração na Praça Centenário, no bairro do Farol.

Todos e todas os/as manifestantes que comparecem ao local devem seguir as regras de biossegurança, como estar utilizando máscara, procurar manter o distanciamento físico de outros/as manifestantes, além de higienizar as mãos frequentemente com álcool 70. Os cuidados levam em consideração o risco de contaminação por Covid-19 e, por isso, a organização do evento frisa que caso alguém esteja sentindo sintomas de Covid-19, não deve comparecer ao ato.

A Adufal compreende que muitos e muitas, neste momento, não se sentem seguros para ir às ruas e que as perdas nestes meses de pandemia foram inúmeras, fazendo com que o trauma social e pessoal durante este trágico capítulo na história do Brasil seja lembrado por anos.

No entanto, a entidade entende também que não se deve deslegitimar a única alternativa que restou ao povo brasileiro para reivindicar seus direitos e lutar contra esse governo que propaga e trabalha ao lado da morte. Se há milhares de brasileiros dispostos a irem às ruas em meio a uma pandemia que já matou mais de 450 mil dos seus irmãos de nacionalidade para dizer “basta!”, é porque a situação ficou, de fato, insustentável.

O ato público será híbrido, de forma que os/as manifestantes poderão estar a pé, de carro, moto, ou da forma que se sentir mais confortável em participar. O mais importante é somar forças na manifestação.

Pautas do protesto

Para o protesto, brasileiros de todo o país irão às ruas sob as principais pautas:

  • Fora Bolsonaro e Mourão
  • Reivindicar um auxílio emergencial de, no mínimo, R$ 600
  • Lutar contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32, conhecida como reforma administrativa, que já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados; 
  • Denunciar o descaso do Governo Federal nas ações de cuidado com a vida da população brasileira durante a pandemia;
  • Denunciar a gestão de morte do governo Bolsonaro ao recusar as ofertas de vacinas contra a Covid-19, além de reivindicar a vacinação imediata para todos e todas;
  • Exigir a restituição do orçamento para as universidades públicas, uma vez que os cortes na educação têm levado, inclusive, universidades a anunciarem a possibilidade de fechar suas portas pela falta de investimentos;
  • Denunciar o projeto de privatização de estatais, a exemplo recente da aprovação da Medida Provisória (MP) 1031/21, que viabiliza a privatização da Eletrobras;
  • Protestar contra o PL 5595/20, que prevê a reabertura de escolas, universidades, institutos e Cefet no pior momento da pandemia da Covid-19
  • Denunciar também o alto nível de desemprego que já alcança mais de 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE
  • Além de fazer o alerta para os tristes dados que apontam o retorno do Brasil ao mapa da fome, a exemplo dos últimos meses de 2020, quando mais de 19 milhões de brasileiros passaram fome e cerca de 116,8 milhões conviveram com algum grau de insegurança alimentar no mesmo período, segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil.
Fonte: Ascom Adufal

2026

Adufal - Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas

Acesso Webmail